O que queremos

Promover uma educação que respeite os direitos e as liberdades fundamentais para o exercício da prática democrática;

 

– Garantir que o DOM BOSCO seja um espaço de socialização e atualização de conhecimento;
– Aprimorar, adequar e organizar o espaço físico e pessoal em consonância com as necessidades do todo.

 

Por isso, a escola para nós é:

– Uma organização social de caráter educativo;
– Um espaço para aprender e para ensinar;
– Um ambiente dinâmico: de pesquisa, de relações, de conhecimento do mundo, de expressão e interpretação, de linguagens e códigos.

 

No que nos baseamos…

 

Somos da geração que aprendeu pelo Método Tradicional e que luta a fim de continuar aberta para aprender. Com essa característica “pesquisadora”, passamos pelas várias tendências e soubemos aproveitar o que consideramos ingrediente pedagógico necessário para formarmos cidadãos críticos e conscientes de nossa sociedade.

 

Temos nos servido das tendências sociais para renovar, de forma crítica e responsável, o que é possível, com o cuidado de não abalar os valores (respeito, responsabilidade tolerância e disciplina) que julgamos importantes na formação do indivíduo que vai atuar na sociedade em que vive.

 

Nosso percurso histórico de mais de sessenta anos de existência, define uma identidade pedagógica permanentemente aberta ao novo, ao dinâmico – atenta a uma realidade que se transforma a cada momento:

 

“O desafio da INOVAÇÃO e a SOLIDEZ da TRADIÇÃO”.

 

Temos investido na formação de um homem consciente de si mesmo, de suas potencialidades, capacitado a perceber, sentir e transformar a realidade que o cerca, através de uma ação fundamentalmente reflexiva.

Nossa identidade pedagógica se faz baseada nos aportes teóricos explicitados no nosso Projeto Educativo. Não buscamos um rótulo para nos identificar ou mesmo um método porque acreditamos que num espaço dinâmico como a escola, onde o conhecimento se transforma a cada dia, as teorias e as novas pesquisas científicas nos subsidiam ao traçar nosso percurso, permitindo apropriações coerentes com nossos princípios, que podem ser definidos, de maneira filosófica, por Thiago de Mello:

 

“Não tenho caminho novo. O que tenho, é um jeito novo de caminhar”


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